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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Começando os trabalhos!

A idéia inicial era falar de música antiga.


Tratar da memória musical, contar histórias, inventar tantas outras... coisa de quem já passou dos 40. A proposta era essa. Já tenho rascunhos sobre Zooropa (meu U2 preferido),


 Stone Roses (o melhor disco de brit-pop de todos os anos desde 1989...









e Van Morrison (Astral Weeks, perfeito)!













Até que resolvi matar a curiosidade e conferi dois lançamentos: Daft Punk e David Bowie. A dupla eletrônica francesa e o velho camaleão. O ano tem reservados surpresas. Dois discaços como há muito não se via.


O presidente comentou sobre o disco do Daft Punk. Economizou nos elogios. Uma bomba. Um petardo. Não ouvia algo tão bom, desde os tempos de Massive Attack! Foi amor a primeira audição. Não se assuste, mas é isso mesmo. A mistura de soul-pop-eletrônico-disco-antena-um gruda igual chiclete. Nos último dias escuto de ponta-a-ponta. Já sei a sequencia de cor.  Prefiro a 3: Giorgio Moroder. Nove minutos de psicodelia-jazzy, seja lá o que for isso!!! Escutem. O disco é recheado de tributos, do cultuado produtor italiano ao programa de tv Soul Train. Recomendo a audição completa, pode ir sem medo.





O próximo por favor.

Tem gente que vive xingando a Globo. Entre a programação da Platinada e das concorrentes, não penso duas vezes. A novela, qualquer uma, é melhor do que o jornalismo alheio.Tudo bem, sei que você não gosta de novelas, prefere livros, teatro, cinema, documentários, facebook, e por aí vai.

Pois levei um susto quando em horário nobre, em menos de dez minutos tocaram duas músicas de David Bowie. A genial e visionária Sound & Vision, em comercial da Sony. Por si só já salvou os neurônios musicais. Logo na sequencia, em outro comercial, mas dentro da novela, toca The Stars, enquanto a maluquete-ninfomaníaca Patrícia prepara o café da manhã. O comercial era do suco Ades.

A mensagem era clara: pessoas descoladas e livres, acordam felizes, ao som de Bowie enquanto preparam o café da manhã. Seja assim também.



Pode ter sido coincidência. Pode ter sido sincronicidade (by Jung ou Sting). Pode não ter sido nada. Mas que foram dez minutos de puro bom gosto foram.





3 comentários:

  1. Música bem feita. Com qualidade, bom gosto e inspiração. E o que é melhor: Nova!!!

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  2. Confesso que não ouvi ainda nenhuma faixa da dupla francesa além daquela que o jabá torna onipresente. O lema "don't believe the hype!" sempre me deixa meio reticente em seguir esses fenômenos que todos são obrigados a gostar, mesmo aqueles que tod@s DEVERIAM mesmo gostar, por serem BONS de verdade.

    Assim que tiver tempo colocarei os fones de ouvido e conferir-ei.

    Coincidência: anteontem baixei o Astral weeks para relembrar.

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    1. Na verdade, quando ouvi o disco do Daft Punk, associei de imediato ao Thriller. Obviamente que não vai vender um décimo, mas em termos musicais é tão grande quanto. É o tipo de disco que agrada tanto o underground quanto o mainstream... São discos raros, atemporais. Além do toque de Quinci Jones. Clássicos. Quanto ao Astral Weeks, é a sincronicidade em ação, rs rs...

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